domingo, 19 de outubro de 2025
Mundividências...
"Rapper, cantor, autor, compositor e intérprete, Gaël Faye escreveu um romance "que conta, com o olhar de quatro gerações, a história terrível do Ruanda, um país que tenta, apesar de tudo, o diálogo e o perdão", como uma árvore - no caso o jacarandá - "que se ergue entre a escuridão e a luz", celebrando a humanidade, descreve o júri do prémio." Público
domingo, 14 de setembro de 2025
Ausências...
domingo, 24 de agosto de 2025
Portas
A
Porta é uma metáfora das barreiras que levantamos, entre nós e o outro, que nunca abrimos...Isso é positivo ou negativo?
domingo, 10 de agosto de 2025
quinta-feira, 7 de agosto de 2025
Sempre mais além...
A viajar, como eu gosto, sem sair de casa, na companhia de alguém que parte, «em busca de sol e calor, de uma ilusão, de uma ideia de liberdade, de contacto com novas terras e gentes» e que afirma , talvez com melancolia, que « Não tinha pressa porque ninguém me esperava em lado nenhum».
quinta-feira, 10 de julho de 2025
Nunca...
A felicidade pelo ciúme...É fácil não ser ciumento, enquanto não se ama...
Nunca devemos ter inveja, mas...
“Tenho muito orgulho em ser o guardião, no presente, deste milagre da poesia”... “Fui tocado pela coragem e pelo espírito empático com que o jovem Pessoa usou a língua inglesa para explorar a relação entre Adriano e Antínoo.” Explicou ao Expresso o comprador, que pediu o anonimato.
segunda-feira, 23 de junho de 2025
Ai a estupidez...
O estúpido funcional mantém toda a funcionalidade social, mas vai perdendo a sua individualidade, sendo vítima de um tipo de estupidez presente em qualquer extremismo ideológico.
"Se a estupidez não fosse tão parecida, a ponto de confundir-se, com o progresso, com o talento, a esperança ou a melhora, ninguém desejaria ser estúpido"
quarta-feira, 4 de junho de 2025
Da depressão à loucura, seguida de ...
Sinopse - "Conto publicado no final do século XIX, retrata a história semiautobiográfica de uma jovem mulher deprimida, recentemente mãe. O marido, John, médico, demonstra grande incapacidade para entender o que se passa com ela... Com esperança de a ajudar, John muda-se temporariamente com a mulher para uma outra casa, bonita, campestre, onde a tentará recuperar com ar puro e repouso, muito repouso, demasiado repouso... A mulher, sentindo-se presa, sem opções para a sua imaginação e criatividade, vai ficando cada vez mais longe da cura, cada vez mais perto da loucura."
Um tema que poderia ter originado um romance excecional, dá origem a uma narrativa, demasiado breve, demasiado simplista, sem qualquer intensidade, que pouco acrescenta à sinopse da contracapa.

Uda Kiyojo(1935 )
Kuroda Momoko( 1938 - 2023)







































